Alemanha

Alemanha - excelentes vinhos alemães de terroir
Os Rieslings alemães possuem reputação internacional de serem, juntamente com os Chardonnays da Borgonha, os melhores vinhos brancos do mundo. Entretanto, eles estão pouco representados no mercado brasileiro. O vinho branco alemão ainda sofre o estigma trazido pelas antigas garrafas azuis, que continham um vinho adocicado artificialmente, quase sem sabor ou aromas, de péssima qualidade e de produção industrial, que eram distribuídas aos milhões pelo Brasil há até 15 anos atrás.

Alemanha - reconhecido pelo vinho da casta Riesling - mas também pelo Pinot Noir

VIND’AME traz exclusivamente Rieslings de primeira categoria, de produtores internacionalmente reconhecidos de diversas regiões, assim como excelentes Pinot Blanc. Mas não nos restringimos aos vinhos brancos! Ainda é pouco sabido no Brasil que a Alemanha produz excelentes Pinot Noirs, de qualidade comparável aos melhores vinhos da Borgonha, com relação custo-benefício muito melhor. Estes Pinot Noirs constam de nosso catálogo, assim como uma casta de vinhos tintos praticamente desconhecida no mercado brasileiro: a Lemberger (conhecida como Blaufränkisch na Áustria), que origina vinhos robustos e encorpados, de caráter extremamente gourmet.

Classificação dos vinhos alemães

Muitos enófilos enfrentam dificuldades para entender a classificação legal dos vinhos alemães, bastante complexa e de termos quase impronunciáveis. Nós facilitamos esta compreensão, já que trabalhamos somente com produtores da associação VdP (Verband deutscher Prädikatsweingüter), a qual congrega apenas as cerca de 200 melhores vinícolas alemãs, de um universo de 80 mil vinícolas. A VdP garante a altíssima qualidade dos vinhos de seus associados, colocando seu símbolo em seus rótulos e cápsulas: uma águia estilizada com um cacho de uvas em seu interior.


A região de Mosel apresenta terroir de altíssima qualidade para a produção dos melhores vinhos brancos da casta Riesling.

A VdP subclassifica seus vinhos de acordo com a qualidade do terroir dos vinhedos, dividindo-os em categorias semelhantes às utilizadas na Borgonha. “Gutswein” é a classificação inicial, que garante a produção a partir de uvas de vinhedos próprios da vinícola, em mais de uma parcela, dentro de determinada região de produção. “Ortswein” é a categoria seguinte, que já significa uma única e determinada parcela de território (single vineyard). Seu nome é normalmente mencionado no rótulo. A próxima categoria, “Erste Lage”, é o equivalente ao “Premier Cru” da Borgonha. Trata-se de um vinho originário de uma específica parcela de território, classificada assim pela VdP, de excelente qualidade. A categoria mais elevada é a "Grosse Lage" (ou também “Grosses Gewächs”), muitas vezes indicada ainda pela sigla “GG”, das melhores parcelas classificadas pela VdP. Estes são os “Grand Crus” alemães, frutos dos mais excepcionais terroirs.Vinhos classificados como GG sempre são secos.

Um termo por vezes utilizado pelos viticultores em seus vinhos é o "Kabinett", análogo ao termo "Reserva". É utilizado em vinhos, cujas uvas são especialmente selecionadas, ou que se distinguem pela qualidade do processo de vinificação. Frequentemente, vinhos classificados como Kabinett podem ser levemente adocicados, mas também tem Kabinett seco (chamado "trocken" em alemão).

Vinhos de sobremesa: uma delícia!

Além dos vinhos secos, a Alemanha produz vinhos de sobremesa de excepcional qualidade. A série “Auslese”, “Beerenauslese”(BA) e “Trockenbeerenauslese”(TBA) são obtidas a partir de uvas de colheita tardia, atingidas pela Botrytis cinerea, feitos em método de produção ainda mais rígidos que os famosos Sauternes, a partir da seleção individual de bagos. A diferença entre as três categorias se dá pela concentração maior ou menor de açúcar residual. O Auslese é o que tem menos açúcar residual e consequentemente é menos licoroso, acompanhando não apenas sobremesa, mas também sendo ótimo aliado à soufflés, fondues e raclettes. O BA e o TBA são gradativamente mais doces e licorosos, acompanhando bem sobremesas, fois gras, ou sendo degustados no lugar deles. Estes vinhos são raros, dependem de condições climáticas favoráveis muito especiais, não sendo produzidos todos os anos. A colheita não se dá por cacho, mas por bago de uva.

O Spätlese (literalmente colheita tardia) é um vinho mais leve, não acometido pela Botrytis. O raríssimo Eiswein também é um vinho licoroso, de fantástica complexidade, produzido a partir do apassimento das uvas pelo gelo. Para sua produção, a colheita deve ser feita tardiamente, em noites que alcancem  temperatura abaixo de 8°C negativos.

Num primeiro momento oferecemos vinhos dos seguintes produtores de excelência:

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Itens 1-12 de 54

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